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Passeando por Zurique

Foi bom demais largar o carro, experimentar o autocarro e comboio e conhecer melhor esta cidade. As torres com relógios dourados seriam suficientes para conquistar a nossa filha mas depois é todo o ambiente nas ruas, a limpeza, o civismo, o bom tempo, a elegância dos edifícios, que nos conquista. O único ponto negativo foram os cerca de 7euros dados por dois cafés expresso mas nada que não estivéssemos já à espera. Almoçamos umas sandes, descontraidamente, na escadas de uma praça, entre esplanadas, bicicletas e habitantes da cidade que traziam consigo as suas marmitas. Executivos e senhoras elegantes usam sapatos descontraídos e almoçam onde e como querem, e apesar da quantidade monumental de carros topo de gama que passam na rua, as pessoas usufruem da cidade e das ruas, sem grande preocupação com aparências. Uns têm tatuagens e brincos, outras Louis Vuitton no braço, passam uns pelos outros sem olhar de lado. E isto agrada-me. Muito.

2 comentários:

  1. A mim também me agrada. Nasci num país onde as pessoas não eram artificiais e por isso me custa tanto habituar em Portugal. Aqui quem não é doutor faz questão de dizer que toma café com os doutores pensando que por isso o seu valor fica acrescentado. Não resisto a rir às gargalhadas quando ouço estas anedotas, não passam disso. Beijinhos

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