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Pensamento constante /// Constant thought

images via Dwell
Gostava que se pensasse na reabilitação sem medos. Recuperar o que é possível, sim. Fazer de novo como se estivéssemos a fazer de conta, não. Assumir o que é passado mas desenhar no presente. Preservar o que tem valor mas construir de acordo com o que é funcional, hoje. Este é um excelente exemplo. Infelizmente, o que mais vejo por cá, são construções de fachada, que em vez de caracterizar um local, fazem exactamente o oposto. Foi só um desabafo arquitectónico. 
O que acham desse lado? Devemos imitar o antigo ou assumir o que é novo?

I like to think rehabilitation without any fear. Rebuild what is possible, yes. Build new pretending it's old, no. Assume what is old but redesigning it. Preserve what is valuable but build according to what is functional today. This is an excellent example. Unfortunately, what I often see around here are facade buildings, that instead of characterizing a location, do exactly the opposite. This was just an architectural thought. 
What do you think of this subject? Should we copy the old or assume the new?

7 comentários:

  1. Eu não percebo nada de arquitectura, mas há edifícios que ainda que estandoa caminho da ruína têm recuperação.

    Há casas lindas por este país fora à espera de uma oportunidade. Eu sou fã de casas dos anos vinte e fico desolada quando vejo casas tão bonitas, de janelas grandes e fachadas maravilhosas serem deitadas abaixo sem dó nem piada para darem lugar a mamarrachos disformes e feios.

    Sei que reconstruir/preservar deva sair caro, mas mais cedo ou mais trade há coisas que vão ser deitadas abaixo e vai surgir o arrependimento

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  2. As pessoas têm medo de arriscar e ainda são um pouco conservadoras, é complicada levá-las por voos diferentes...
    Mas insiste!!!!!
    :D

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  3. Alice, eu falo dos casos em que, perante uma recuperação, se prefere um desenho conservador. No exemplo que mostro, uma fachada é preservada e a outra é assumida como nova e, por isso, com linguagem actual.

    Candybabe, é mesmo complicado e o cúmulo é quando deitam tudo abaixo e constroem "como antigamente". É uma falsidade que não faz sentido nenhum mas acontece muito por aqui.
    BEIJOCA

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  4. Acho que não estava a ver as coisas sobre o ponto de vista que agora explicaste, mas sim noutro conceito. Eu bem te disse que não pecebo nada de arquitectura ;)

    Beijinho

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  5. O que eu não gosto é do limbo: casas antigas com janelas de alumínio e garagens encaixotadas de cimento. Isso devia... dar multa!! Agora... sem duvida assumir o que é novo. Se poder ser restaurando e adaptando o antigo perfeito!

    (já tenho o painel emoldurado. ficou lindo! :) falta só o furo na parede e envio-te uma foto)

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  6. Alice, entendes sim! Explicaste o teu ponto de vista perfeitamente :D Eu não escrevi para pedir opinião aos "teóricos" da matéria ;) Beijinho

    Vera, isto dava pano para mangas :D Quero ver isso tudo!!!!!! :D

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  7. Acho que se o novo e o antigo até podem conviver bastante bem. Gosto muito de aproveitamento de fachadas com o resto da arquitectura mais modernizada. Aqui em Lisboa há um bom exemplo que por acaso gosto, o edifício Heron Castilho na Rua Castilho (https://www.google.pt/search?q=edificio+Heron+castilho&client=firefox-a&hs=AEt&rls=org.mozilla:en-US:official&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=iTEWUpuMLIW14ATZjICIDA&ved=0CEIQsAQ&biw=1550&bih=778#imgdii=_)

    Acho que a partir do momento em que haja um conceito e uma linguagem formal previamente assumida, tudo é possível. Ainda há tempos mostraste aquela casa com cimento e madeiras... aí estão dois materiais que dificilmente combinava, só experimentando e criando uma continuidade é que a coisa pode realmente funcionar, acho. E pode funcionar muitíssimo bem.

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