Home is where...


Em breve vamos ter de fazer obras cá em casa. Manutenção e pinturas que pouco dirão a muita gente mas que para mim é a excelente oportunidade para RODAR OS MÓVEIS TODOS DO LOCAL HABITUAL
 muhahahahaaaa
e, aproveitando o que temos, com um ou outro detalhe na decoração, dar um novo ar à casa e adaptá-la a duas novas realidades: mãe que que trabalha a partir de casa e filha prestes a entrar na escola primária. Há uns dias atrás encontrei uma pessoa que já não via há algum tempo (muito tempo) e que achava que eu ainda vivia em Gaia. Fez-me recordar o processo todo de mudança de casa. As fotos com a minha filha de 12 meses enfiada num caixote. O pó. A confusão. A sentimento bom de ter tudo no local. Fez-me pensar neste meu bairrismo assumido, por este Norte de fama cinzenta que me inunda de cores alegres. Fez-me pensar que apesar de todo esse sentimento é um grão de areia se comparar com o que sinto por estes dois seres que partilham a casa comigo. 
Estar em casa é estar com eles.  
É esperar ansiosamente pela hora em que ele chega a casa. É sorrir quando a oiço gritar "mamãaaaaaaaaaaaaa" pelo corredor da casa. Como se eu estivesse longe. Não há "longe" quando estamos juntos. Aqui ou em qualquer canto do mundo. O nosso amor é grande e ela conseguiu resumir tudo ontem, ao deitar quando me disse: "Gosto de ti daqui até à Nova Zelândia, e até à Lua, e até ao mar e imagina... ATÉ ÀS ALGAS, mamã!"

Soon we will have to do some maintenance works and paintings at home. Simple things to most people but for me is the excellent opportunity to rotate all the furniture from the usual place HAHAHA and taking advantage of what we have, with one or two new details in the decor, giving a new look to the house and adapt it to two new realities: a mother who works from home and a daughter about to enter primary school. A few days ago I met a person who I had not seen in a while (a long while) and she thought I still lived in Gaia. It made me remember the whole process of moving. The photos with my 12 months daughter stuck in a box. The dust. The mess. The good feeling of having everything back in place. It made me think that no matter how much I love the North all that feeling is a grain of sand comparing with what I feel for these two beings who share the house with me.Being home is being with them.  
Is looking forward for the time when he gets home. Is to smile when I hear her shouting for me from the hall of the house. Like I am far away. There is no "far away" when we're together. Here or anywhere in the world. Our love is big and my daughter managed to sum ​​it all up yesterday, at bedtime, when she told me: 
"I ​​love you from here to New Zealand, and to the moon, and to the sea and imagine this... UNTIL THE ALGAE, mom"

7 comentários

  1. É tão bom! A oportunidade de mudar dentro do mesmo, de arranjar espaços para ser mais feliz, de ter a casa no colo de quem amamos.

    Essa das algas é para registar, emoldurar e expor para todos verem :)

    Bjs xxxxx

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  2. Que doçura! :)
    Também eu vou ter obras em casa (o Inverno foi duro e deu-nos muitos problemas) e já estou a pensar em 1001 alterações! :)

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  3. Paula, nunca me vou esquecer das algas :)


    Inspired, por cá o inverno tb nos deu chatices ;)

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  4. Sim, o sentimento de casa é o sentimento do amor que nos une. :)

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  5. Eu gosto da palavra ninho :-)
    boa sorte porque obras da' tanto trabalho lol
    bjinhoo nessa ternura de filha

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  6. Obras é bom, mas também esgotantes :D
    Até às alga??!?!?!?!?
    Que Maravilha*

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  7. Ai coisa tão boa de se ouvir!!! Beijinhos. fazes-me sempre sorrir :)

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