Quando for grande quero ser como tu.

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Não. Ela ainda não me disse nada do género. Na verdade ainda não tivemos grandes conversas acerca de "o que queres ser quando cresceres". Algumas pessoas perguntam-lhe e ela fica completamente a leste do paraíso. Eu espero que ela seja aquilo que a faça feliz (acredito que como a grande maioria dos pais) e acho que agora é altura de ela simplesmente brincar ao que quiser, sejam as pistas do Thomas ou as novas roupas das Barbies. Sem preconceitos.
Mas hoje queria falar-vos da importância que nós, pais, temos no dia a dia e no pensamento dos nossos rebentos. De facto, ainda que inconscientemente, estamos a todo o segundo a dar-lhes informações a transmitir-lhes conhecimento. 
Desde que voltei ao ginásio, no início do ano, tenho notado uma crescente curiosidade dela em relação ao que eu faço lá nas aulas e é certo e sabido que em dia de ginásio, depois da habitual história ao adormecer, tenho de lhe relatar os exercícios que fiz, o que me custou fazer, se tive de pegar em pesos ou se ainda tenho os músculos a doer.
Um dia destes a Educadora falou comigo acerca de algo que eu já tinha reparado em casa. A minha filha anda a fazer páginas e páginas de desenhos absolutamente deliciosos com três figuras, (pai, mãe e filha) a fazer ginástica. A maioria estão a correr mas muitos fazem o pino. Têm uma cara gigantesca e uns sorrisos contagiantes. Num deles tinha apenas a figura do pai e da filha, porque era dia da corrida da Mãe e a mãe tinha ido correr...
Amanhã vou levá-la à minha aula de Pilates e tenho dificuldades em dizer, se quem está mais feliz é ela ou sou eu mas uma coisa é certa, depois da aula vamos fazer um desenho a comemorar o acontecimento.

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