PARIS, parte 1: o óbvio

Esta foi a minha primeira visita a uma das grandes capitais mundialmente conhecidas e turisticamente procuradas (incluo na lista Nova Iorque, Paris, Londres e Tóquio). Embora já tenha estado em Madrid e Atenas, foi a primeira vez que senti que, perante o tempo que tínhamos disponível, teríamos de assumir uma coisa básica: iam ficar coisas por ver e sítios por visitar. Perante esta constatação, restou-nos assumir com alegria as nossas escolhas e percorrer Paris até nos doerem os pés... o que aconteceu, inevitavelmente, todos os dias, sem excepção, desta nossa viagem. Foi difícil seleccionar imagens para vos mostrar mas para este começo resolvi partilhar os "postais" típicos da cidade Luz.
Fomos recebidos na cidade com chuva que durante os restantes dias se evaporou por completo perante temperaturas a rondar os 30ºC e os 35ºC. Os relvados dos jardins estavam preenchidos de pessoas, a marginal do Sena era inundada por jantares descomprometidos em forma de piquenique e os finais de tarde faziam brilhar as pedras e os detalhes dourados dos edifícios de uma forma indescritível e simplesmente bela.
Havendo pernas que aguentem e uma mochila carregada de fruta, snacks e muita água às costas, Paris é uma cidade muito agradável de percorrer, mesmo quando a definição de avenidas ganha uma outra escala, completamente diferente da que estamos habituados por cá.
Com uma criança pequena, é imprescindível o carrinho, de resto, e no nosso caso, a nossa curiosa de cinco anos de idade andou deslumbrada cidade fora e apaixonou-se completamente pela Torre Eiffel. Não houve tempo para pausas nos cafés a ler um jornal (coisa que também dispensamos) mas houve sempre tempo para uma paragem nos divertidos parques da cidade (há mesmo muita oferta de parques infantis), para uma volta de carrossel, para um desenho num relvado da cidade ou para trincar um macarron na Ladurée.
Deixo-vos aqui uma pequena selecção dos nossos postais parisienses. 
Boa semana!

Sacré-Coeur
Moulin Rouge
Galerias Lafayette
exterior da Opera Garnier
o tecto pintado por Chagall, no interior da Opera Garnier
Notre Dame
Madeleine
Louvre
Petit Palais
interior do Museu D'Orsay

6 comentários

  1. Que maravilha de post para abrir o tema 'Paris'! Tenho saudades, quero voltar para fazer essas coisas, descansar em jardins e andar até as pernas dizerem basta. Não percebi se a Pi andou sempre a pé ou se usaste o carrinho?

    Adoro tudo mas esse teto de Chagall corta a respiração…

    Beijinhos xx

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  2. Lindo!... vou ter de esperar que o Vicente cresça mais um pouco!:)

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  3. Este óbvio parece-me EXCELENTE! :D

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  4. Na visita ao interior da Opera Garnier não tive oportunidade de ver de baixo esse maravilhoso tecto, apenas podíamos entrar num camarote e ver essa maravilhosa sala de um plano superior, ou seja existiram planos da pintura que nem sequer alcancei.

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  5. Dudu, esta foto também foi tirada do camarote. Eles não permitem o acesso à sala durante a visita.

    Um dia adorava poder ver um bailado naquela sala... quem sabe ;)

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  6. Paula, andei com carrinho, ou seja, ela decidia se caminhava ou se ia sentada no carro. É impensável, com esta idade, conhecer a cidade de outra forma :)

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