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Pintar sobre tecido

Prefiro não pensar muito há quanto tempo tenho as tintas cá em casa. O melhor do início de um novo ano é este sentimento de agora nos sentirmos capazes de tudo, quando, a bem da verdade, tudo continua exactamente na mesma. As nossas queixas (minhas também, claro) sobre a escassez do tempo são, na maioria das vezes, reflexo da nossa falta de jeito para definirmos prioridades. 

Este ano resolvi imprimir uma série de papelada de um curso que fiz há quase 3 anos sobre a gestão de tempo para quem, como eu, trabalha em casa e usa as redes sociais para divulgar esse mesmo trabalho. Ainda estamos no primeiro mês mas tem sido útil em vários aspectos. Escrever aquilo que queremos fazer, aquilo que falta comprar, aquilo que precisamos para executar determinada tarefa, ajuda muito a não divagarmos e perdermos tempo com o que não interessa. Por isso, arrumei o estirador e fiz a primeira amostra de cores que há tanto tempo queria ter à mão.
As fotografias foram tiradas já com pouca luz natural mas posso dizer-vos que as primeiras três cores (na imagem em cima) vão, na certa, resultar em algum projeto ou experiência. Adorei os tons, a cobertura que têm e o "quente" da cor que salta do cru do tecido. Cria um contraste lindo. E vocês, apesar das cores "sofrerem" com a pouca luz natural que se fazia sentir, têm alguma preferida?

1 comentário:

  1. O meu marido tinha um instrutor que dizia que "falta de tempo é desculpa de quem tem falta de método." Eu sempre concordei, mas aqui por casa tem dias em que o método também não abunda...
    Quanto às cores Mel é a minha preferida! Bj

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