x

O Principezinho

ilustração do livro, via Google

Vimos juntas "O Principezinho" no cinema, eu e a minha filha.
Eu fui a primeira a chorar mas não lhe disse nada. Provavelmente se dissesse ou ela me visse, ficaria com o mesmo olhar de espanto da tarde em que me viu desfazer em lágrimas quando a Ana, do Frozen, congelou. (vejam aqui como é triste).

Adiante.

Trocamos poucas palavras durante a exibição do filme. No final, ambas tínhamos olhos e nariz inundados de lágrimas... acho que o Principezinho nos cativou. Mas não fomos as únicas. Primeiro timidamente, ouvimos uma longa e espontânea salva de palmas de todas as crianças presentes na sala. Eu tenho assistido a alguns filmes infantis, no cinema, nos últimos 7 anos e foi a primeira vez que ouvi uma salva de palmas. As duas meninas à minha frente abraçaram-se, emocionadas. Uma espécie de sinal de Esperança para a Humanidade. Interpretação minha, claro.

Esta semana tem sido essa a nossa leitura antes de adormecer. Andamos a saltitar de planeta em planeta com o Principezinho. Numa das noites, depois de fecharmos o livro ela disse-me: "Eu percebo o que ele diz, mamã. Eu também vejo o Bibu (bisavô) com o meu coração. Ele está a jogar à bola comigo."

Se desligarmos a TV e ouvirmos o que as crianças têm para nos dizer podemos, efetivamente, acreditar num mundo melhor.

2 comentários:

  1. é verdade... hoje em dia tento ouvir mais o meu Vicente e temos conversas fantásticas!

    ResponderEliminar

Com tecnologia do Blogger.
Design + development by MunichParis Design