3 dicas para lidar com o falhanço


Esta imagem foi uma das mais queridas por todos vocês... e por mim também. Representa um projeto no qual eu estava a adorar participar, por variados motivos, mas que não vai para a frente. O motivo pelo qual resolvi falar aqui sobre ele, para além de me sentir bem ao escrever sobre o tema, é porque acho que devemos ter consciência que, na maioria das vezes, depois de um passo atrás damos dois em frente. A nossa força e motivação, também é feita de erros, recuos e, porque não, três ou quatro lágrimas. Diria até que são esses pontos menos bons que tornam as conquistas em algo absolutamente delicioso. 

ACEITAR E AJUSTAR
Sabem aquelas pessoas que tiram más notas numa disciplina e culpam o professor? Nunca as percebi. A nossa capacidade de adaptação é posta à prova quando nos deparamos com algo diferente do habitual e, na minha opinião, é importante sabermos aceitar as coisas como elas são e ajustarmos a nossa forma de trabalho a essas novas premissas. Eu acho que sou sempre a única responsável pelos meus erros e que está em mim o poder de não os voltar a repetir. Tropeço, corrijo o passo, ajusto a marcha e sigo em frente.

FALAR 
Este ponto revelou-se essencial para mim e só cheguei a esta conclusão há bem pouco tempo. Se trabalhar por conta própria já requer muita ginástica, fazê-lo sozinha é como fazer o pino e equilibrar um copo de água no pé esquerdo. Conhecer e falar com pessoas que estão a passar pelo mesmo é essencial para a nossa sanidade mental. Depressa concluímos que todos estamos a passar pelas mesmas dúvidas e a tentar alcançar objetivos muito semelhantes. Para além da aprendizagem que retirei dos workshops que tenho feito, acima de tudo conheci e fiquei próxima de pessoas absolutamente fantásticas. Criar uma rede de pessoas que estão no mesmo barco pode ajudar a executar os nossos projetos e até originar ideias novas.


  
ACREDITAR EM NÓS
Este é o ponto essencial. No trabalho ou nos assuntos pessoais. Temos mesmo de ser os primeiros a acreditar no nosso valor e a pensarmos que somos capazes. Vamos ser sinceros, eu sou uma migalhinha nesta realidade dos negócios por conta própria. Em termos de redes sociais, o meu número de seguidores é irrisório mas o grupo de pessoas que estou a reunir à minha volta é bom demais para se resumir a estatísticas. Eu acredito que posso fazer a diferença e acredito também que devo seguir o meu instinto e traçar o meu percurso, sendo fiel áquilo em que acredito. 
No meio de todo o ruído, eu sei que se irá ouvir a minha voz.

Sem comentários

Com tecnologia do Blogger.