Junho e a necessidade de abrandar


Decidi tornar o meu Junho ainda mais MEU. Terminados os trabalhos que exigiam o uso de programas informáticos, sinto-me livre para fechar o portátil e usar apenas no estritamente necessário. Como me sinto feliz! O telemóvel servirá para manter os assuntos pendentes devidamente encaminhados e assim liberto as minhas mãos e olhos para pincéis e tintas, sujidades e alegrias. 

A vida tem de facto contornos imprevisíveis. Desde o final do ano passado que tenho pensado tanto em como sobreviver, em cenário hipotético, à falta das tecnologias ou das redes sociais que tanto me  ajudam a divulgar o que faço e hoje, depois de uma simples e descomprometida conversa num contexto tão banal quanto real, estou a preparar uma exposição individual dos meus trabalhos. Realmente tenho de lutar contra este meu conforto com a solidão e deixar de ser um bicho do buraco. Sair para a rua, falar com pessoas, mostrar o que faço, trocar experiências, aceitar de uma vez o convite para experimentar cerâmica (Peter Pan, esta é para ti) e ir desenhar com a minha filha finalista para as dunas. Por vezes acho que me fecho dentro da minha própria bolha mas é a minha defesa natural contra tudo o que de tóxico me agride, me magoa e para o qual não encontro explicação.
Como não tenho facebook no telemóvel há quase um ano, peço a vossa compreensão para a minha ausência por estas bandas. Estarei mais ativa no Instagram (@martabsousa) que continua a ser um lugar bonito e tranquilo, por onde gosto de passear.

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Ainda não enviei nenhuma, por isso, garanto que não serei um motivo de aborrecimento na vossa caixa de correio. 
Até já!

1 comentário

  1. Vivermos no nosso mundo não é, necessariamente, mau :) Eu também sou muito fechada na minha bolha e não me importo nada!

    E eu que não te seguia no instagram?! :)

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